quinta-feira, 11 de outubro de 2012

para mim, sem saber

deitei-me e deixei repousar meu coração. repousar meu coração. o tempo ficou dormente. a vida escorreu pelos ponteiros. e ao levantar, sabia que não podia esperar mais. não podia continuar na sombra, sendo a última, o resto, a migalha, o depois, tudo o resto. pois eu sou terra, arte, poesia, chuva fria e doce quente de outono. e sem saber, olhei, mas não me atrevi a ir...

4 comentários:

Anónimo disse...

Tu és o meu outono, onde repouso o meu coração.

Tenho saudades.
H.

Carlos Ramos disse...

pagestsDOlhar é sempre ir, é uma viagem incompleta, mas é uma viagem...
gostei bastante

Mar Arável disse...

O belo ciclo das marés

© Piedade Araújo Sol disse...

olhei e apeteceu-me voar...