segunda-feira, 25 de junho de 2012

De volta a casa.

De volta a casa, onde toda a gente me conhece pelo primeiro nome, o próprio. As corujas cantam no telhado, as estrelas piscam os olhos, as raposas passeiam distraídas entre os galinheiros fechados a ferro e aço. A ribeira ouve-se a correr, a escorrer, a fugir... meu embalo nas noites de insónias. Aqui, em cada esquina há uma história e em cada história oiço o meu riso de criança. Aqui, neste lugar, foi onde todos os meus sonhos nasceram um dia. De volta a casa.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Deep Sunday

Eu não consigo criar música. Nem cantar. Nem pisar um palco. E, Deus nos livre, jogar futebol!!! Mas, consigo apreciar e descobrir beleza nestas atividades.
De todas as artes, a música é a minha paixão. Aqui não há receitas, não há limites,... há liberdade, há mistério, há conquista. Admiro a genialidade da criação musical e hoje partilho uma música que nasceu do talentoso Frederico Vinhas. É segunda-feira! Pára, escuta e relaxa! :)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A janela iluminada


A minha casa tem uma janela e é dela que vejo o mundo. Acho que toda a gente tem uma janela, só não estou certa sobre se toda a gente consegue ver o mundo. Este mundo de negra cor, com um mar para lá desta rua e dos telhados. E nesta noite de negra cor, vejo uma janela ao longe já iluminada: um novo sonho que espreita...

segunda-feira, 26 de março de 2012

Que não seja demasiado tarde

Tu és
A brisa escaldante de verão
Tu és
A boca do meu inferno
Tu és
A boca de um revolver que me queima

terça-feira, 13 de março de 2012

transparências ácidas

pingam lágrimas do céu
talvez seja a doce chuva

e vamos ficando molhados
mas isso não nos perturba

as mãos estão entregues nos nós
e vamos ficando molhados

mas não tanto que nos deixemos enganar

porque somos rios, transparências ácidas.

sábado, 3 de março de 2012

Entre as páginas dos dias

Encontro-te tantas vezes dentro dos meus pensamentos, entre o som de compassos, entre as páginas dos dias, entre o céu de Lisboa e todas as outras cores do mundo. Criei um sonho nos meus olhos só para te olhar e ficarei neste silêncio à espera, pois o meu destino é querer sempre mais...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

The Avalanche

I still don't know what i'm looking for
days turn into months
and months become silent sounds of emptiness
tomorow i'll ask for forgiven
not for leaving

just for having stayed this long