quarta-feira, 27 de julho de 2011

pela eternidade dos séculos

Nestes dias de sol e de frescura, tudo o que quero é fugir. testemunhar a perfeição da natureza. o encaixe dos nossos corpos juntos. esquecer-me do compromisso diário com a inutilidade. abraçar-te na verdade dos sentimentos, com a selvajaria dos sentidos. se pudesse, guardava-te nos meus olhos pela eternidade dos séculos.

domingo, 3 de julho de 2011

Tudo fica Nada resta

Porque tudo fica e nada resta

Tudo se esconde e nada se encontra

Neste infinito do dia-a-dia

Neste oceano de solidão e incertezas

Entre o que passou e o que nunca chegou a ser

quarta-feira, 29 de junho de 2011

next to you

You told me to come over
and your eyes were like fire
we drink all night
and we didn´t care about time
or noises around us
we didn´t listen any music
we didn´t care about the present

i´m not a waste of time
i´m not a waste of living
i´m all heart
and he belongs next to yours.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dias de Vento

Os dias que vieram não foram os que imaginei, mas foram sempre bons. E isso fez-me continuar, sob um ouvido atento de Shumann. Continuei a visitar os meus lugares de conforto, conversei com amigos, li tudo o que me apeteceu... E Se agora fosse vento... Para que lado sopraria? Onde me esconderia? Será que o vento também morre?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Em Morte Lenta

Matas-me devagarinho. Envenenas-me os pensamentos. Esmagas-me os ossos feito abraço de anaconda. Asfixias-me com as mesmas mãos com que me acaricias. E deixas-me abandonada na cama como a um pombo morto na estrada... Matas-me muito devagarinho...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A paixão dos porquês


Todas as ideias nasceram um dia.

Terminámos a nossa conversa banal de certezas conjeturais e, antes do "Até depois", passou uma estação inteira entre nós, feita de carruagens de silêncio e de olhares. E, aí, entre o acaso e o prazer da descoberta, nasceu a minha primeira ideia de ti. No meio do turbilhão do metro, entre os apitos do fecho das portas, bem nas profundezas de mim: a paixão dos porquês.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

... complicadamente...


Tu complicas-me o sistema, que é como quem diz: Complicas-me a Vida! Complicas o complicado e transformas o complicado em complicadíssimo... A sorte é que, no meio desta complicação, eu amo-te assim tão complicadamente...