terça-feira, 22 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Todas as lágrimas do céu
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Sede de Vida...

Às vezes passamos demasiado tempo em desertos disfarçados... Desertos repletos de minutos apressados, de pessoas ocupadas, de prédios corrompidos e espelhados que ocupam o nosso dia-a-dia...
Às vezes passamos demasiado tempo com sede de Vida sem nos apercebermos... Sede de alegria, de um simples pequeno-almoço numa boa companhia...
E, às vezes, quando temos consciência da sede que nos absorve, encontramos pequenos milagres que nos saciam... Obviamente que, para quem não bebe há já algum tempo, o fascínio pela frescura e vitalidade desse nectar transparente é inebriante.
Porém, às vezes, temos de perceber que, apesar da sedutora sensação de saciedade ao primeiro trago, nem sempre é a água mais potável aquela que bebemos... Há que esperar e beber mais para saciar verdadeiramente a sede com a água que realmente é cristalina e pura... Essa sim, sacia e rejuvenesce...
E você, tem sede de quê?
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Promessas...
Tudo aquilo que te posso prometer é um novo recomeço... como se em pleno dia aparecessem milhões de estrelas no céu e te fizessem enxergar tudo com uma nova luz...
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Gaivota que voa
Quem me dera ser gaivota e percorrer os céus de Lisboa. Nas asas levar a imensidão azul do Atlântico e percorrer em voo ziguezagueado as margens serpenteadas do Tejo. Quem me dera ser gaivota e fazer o meu ninho junto à costa. Acordar pela manhã com os salpicos de água salgada e repousar nas fortalezas de pedra que emergem das profundezas do oceano.
Quem me dera ser gaivota e voar livremente pelos ares. Ser cinzenta como o dia de hoje e, nas noites mais escuras, debicar nas estrelas os meus sonhos depositados.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Foi assim, por acaso...
Descobri-te por acaso , como quem encontra uma moeda na calçada.Andava perdida há tanto tempo e foi quando me deste a tua mão que me senti viva.
Foi no teu toque, na tua firmeza, que percebi que ,todo aquele peso que sentia no peito, era o peso do meu amor a transbordar...
Foi assim, por acaso, que te encontrei e nunca mais te consegui abandonar...
Subscrever:
Mensagens (Atom)




